O Circuito Inffinito de Festivais 2015 conta com um grupo muito especial de profissionais do cinema brasileiro. São eles:
LUIZ DOLINO
Artista plástico. Roteirista de MPB de Câmara, com direção de Walter Lima Jr. Como pintor, vem expondo a sua obra regularmente no Brasil e diversos países e seus quadros integram acervos de coleções públicas e privadas brasileiras e internacionais. Como executivo, presidiu a Tv Escola, o mais antigo projeto educativo do governo brasileiro, com cobertura nacional de televisão há mais de 20 anos. Foi o primeiro diretor do Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro. Tem cinco livros publicados sobre sua obra e conta com verbetes em mais de vinte livros e enciclopédias sobre o cenário artístico brasileiro.
RICARDO COTA
Jornalista, crítico de cinema dos jornais O Dia e Valor Econômico. Formado em Jornalismo pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e em Cinema pela Universidade Federal Fluminense, especializou-se na área de análise cinematográfica. Escreveu também para o Jornal do Brasil e para as revistas IstoÉ, Cinemin e Filme. Vice-Presidente da Associação de Críticos de Cinema do Estado do Rio de Janeiro, filiada à Federação Internacional de Críticos de Cinema (FIPRESCI), fez parte do Júri da Crítica dos Festivais Internacionais de Cuba, Miami e Cidade do México. Cobriu para imprensa os Festivais Internacionais de Cannes e Berlim. Foi autor de seminários sobre as obras de Woody Allen, Ingmar Bergman, John Huston e Francis Ford Coppola, além de lecionar sobre o gênero musical no Centro Cultural Banco do Brasil, sediado no Rio de Janeiro. Faz parte também do Conselho Editorial do site críticos.com.br
SÉRGIO SÁ LEITÃO
Consultor em negócios criativos. Foi diretor-presidente da RioFilme (2009/2014) e secretário municipal de cultura do Rio (2012/2014). Trabalhou ainda na Ancine, no BNDES, no Ministério da Cultura e na Folha de S.Paulo, entre outras empresas e instituições. Dirigiu curtas, clipes, comerciais e institu-cionais.
WALTER LIMA JÚNIOR
Jornalista, crítico, cineasta, roteirista, professor, diretor teatral, começou sua carreira no cinema como assistente de Adolfo Celi (no inacabado “Marafa”) e Glauber Rocha em “Deus e o Diabo na terra do sol”, onde também foi co-roteirista. Estreou como diretor cinematográfico em 1965 com “Menino de En-genho”, baseado em José Lins do Rego ganhando todos os prêmios para um filme brasileiro neste mesmo ano e logo em seguida realizou “Brasil Ano 2000” (Urso de Prata no Festival de Berlim). Em cinco décadas dividiu seus trabalhos entre o jornalismo televisivo, cinema, TV e teatro. É um dos mais premiados diretores cinematográficos brasileiros.